Os professores em Portugal pedem «liberdade de movimento» na sala de aula para apoiar todos os alunos de forma igualitária

Quase metade dos professores (49%) concorda que ficar preso na parte da frente da sala de aula prejudica os alunos do fundo

Um novo estudo realizado em toda a Europa, encomendado pela Epson, revela que 76% dos professores em Portugal pedem “liberdade de movimentos”, que lhes permita apresentar e circular pela sala de aula para ajudar igualmente todos os alunos, independentemente do lugar onde se sentam na turma.

Esta situação agrava um problema já conhecido há muito tempo, que é o facto de os alunos sentados no fundo da sala obterem piores resultados, tal como demonstrado por anos de investigação que revelam um menor empenho e notas mais baixas. De facto, mais um em cada três professores (44%) concorda que os alunos no fundo da sala se distraem mais facilmente, enquanto 33% observam que os alunos sentados no fundo tendem a fazer menos trabalho. Para compensar, 31% dos professores sentem a necessidade de mudar frequentemente a distribuição dos lugares para mover alguns alunos para a frente.

As equipas docentes vêem claramente a mobilidade como parte da solução. 60% acreditam que ter «liberdade de movimentos» lhes permitiria aumentar a ligação com os alunos na sala de aula e 56% acreditam que seria mais fácil dar a todos os alunos a atenção de que necessitam. Quasi um terço (23%) acredita que reduziria as distrações.

Para conseguir «liberdade de movimento», 52% dos professores portuguesese concordam que é necessária uma nova tecnologia que os liberte dos ecrãs táteis planos na parte da frente da sala de aula. Muitos professores (73%) concordam que gostariam de poder controlar um ecrã à distância a partir de um dispositivo que pudessem levar consigo pela sala de aula. Outros 72% também concordam que projetores de tela grande ajudariam a ver melhor aqueles que estão no fundo da sala.

Graeme Davidson, da Epson Europe, afirma: «Os ecrãs táteis planos não só são mais pequenos e menos apelativos, como também inibem alguns alunos. Utilizando projetores modernos e luminosos com ecrãs grandes e controlo remoto através de uma aplicação, os professores podem libertar-se dentro da sala de aula.»

Sobre o estudo

O estudo foi encomendado pela Epson Europe, e o trabalho de campo foi realizado pela Focaldata, uma plataforma tecnológica própria, conectada por API a uma rede de painéis online. No total, 1624 professores e professoras de diferentes tipos de centros e disciplinas, abrangendo tanto o ensino básico como o secundário, foram inquiridos em França, Alemanha, Itália, Países Baixos, Polónia, Portugal, Espanha e Reino Unido, entre agosto e setembro de 2025.

Web de referência www.epson.pt/education

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Sobre o(s) autor(es)

Prensa EIB
PR Team Epson Ibérica
Data de publicação:
10.02.2026